SLOW MOVEMENT

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COMPROMETIDOS COM O DESTINO DE TODA RAÇA HUMANA

 


"Acabem com esse lema que diz:
- cada um por si e Deus por todos -.
Não é cristão, é pagão...
O nosso lema é assim:
- cada um por todos e todos por um.."
(D. Hélder Camara)

 

Como seres humanos comprometidos com o destino de nossos irmãos, somos chamados a arregaçar as mangas e dar a nossa quota de contribuição na luta por mais Justiça Social. O campo de atuação é imenso. Escolha um e assuma seu lugar nessa luta.

Existem vários movimentos de luta pela cidadania, inclusive o do nosso querido Betinho, que convoca a todos nós para essa luta contra a Fome. Em pleno Terceiro Milênio, milhões de pessoas no mundo estão condenadas a morrer de fome.

Com a degradação da terra, agredida de todas as maneiras temos uma menor produtividade e consequentemente menos possibilidade de saciar a fome de tantos.

Vejamos alguns casos dramáticos:

"SOCORRO - Programa Mundial de Alimentos pede ajuda à comunidade internacional para aliviar a falta de alimentos que afeta cerca de um milhão de pessoas, principalmente nas Honduras.

"O Programa Mundial de Alimentos (PMA) em Manágua, solicitou ajuda à comunidade internacional para aliviar a fome provocada pela seca e as inundações na América Central. Cerca de um milhão de pessoas em Honduras, Nicarágua, El Salvador e Guatemala estão em risco por problemas de insegurança alimentar.

A diretora interina do PMA para a América Latina, Rosa Inés Atonilini, advertiu, que a fome se agravará se as chuvas não se normalizarem nos meses da segunda colheita anual, chamada pela população de"postrera", entre setembro e dezembro.

Enquanto a maioria dos países centro-americanos são afetados pela seca, disse ela, povoados nicaraguenses na costa do Caribe estão sendo castigados por inundações, e ambas as situações acarretam a mesma consequência: Fome.

Quase a sexta parte dos famintos é constutuída, segundo o PMA, pela população de Honduras - o país, de 6,5 milhões de habitantes, é um dos mais duramente castigados pela seca.

"A escassez de alimentos está sendo considerada como o problema mais grave depois do furacão Mitch que devastou o país há três anos", diz um informe do PMA. Em 1998, a passagem do Mitch por Honduras deixou 5.657 mortos, 8058 desaparecidos, 12.000 feridos e quase 3 milhões de desabrigados e atingidos por danos materiais.

Antolini disse que o PMA está solicitando ajuda da comunidade internacional e os países doadores a fim de obter uma resposta imediata. "Temos que preparar-nos para ver o que acontecerá até o final do ano; não queria que fosse pior do que hoje" - quando 927.551 pessoas perderam suas plantações de grãos, das quais 323.643 já estão em situação extremamente vulnerável. Se a situação piorar, acrrescentou a diretora, o problema será "gravíssimo".

 

ÁFRICA ENTRA EM ALERTA

 

Dezessete países da África sub-saariana estão enfrentando dificuldades excepcionais com alimentos provocadas pelas condições atmosféricas, pelos conflitos civis e pela insegurança, denunciou a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), que lançou, ontem, um grito de alerta.

"No Chifre da África, o espectro de outra seca ameaça vários países", advertiu a entidade, expressando sua preocupação principalmente pela situação no Sudão, Somália e Zimbabwe.

Segundo cálculos da FAO, no Sudão três milhões de pessoas necessitam de assistência e a situação se agravará, posteriormente, em Bahr-El-Ghazal, onde se intensificaram os distúrbios civis.

Na Somália, as perspectivas dos principais cultivos de cereais para este ano são más, devido à falta de chuvas.

No Zimbabwe, "boa parte da população sofre de falta de alimentos", assinala o informe.

No total, 17 países têm sérios problemas alimentares, entre eles Angola, Burkina-Faso, Burundi, Chade, República Democrática do Congo, Eritréia, Etiópia, Guiné, Quênia, Libéria, Níger, Ruanda, Serra Leoa, Somália, Sudão, Tanzânia e Uganda."

(Fonte: Jornal Estado de Minas, 02/08/01, pg 21)

 

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