"Seja ecológico: ajude o planeta a preservar você!"

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MAIS LIVRES

 

 

"Conhecereis a verdade, e a Verdade vos libertará!"

 


Desacelerando...

Como sabemos, é inútil a gente se arrebentar de trabalhar sem atentar para outras necessidades nossas, além das materiais, principalmente no que se refere a uma busca de Sentido para nossas vidas.

Em geral, vivemos numa roda-vida, somos levados, empurrados, vivemos num automatismo cego que nos deixa vazios e frustrados.

Cada um de nós é unico (a) e se pensarmos um pouco, o certo seria que cada um de nós vivesse sua vida de maneira única. Não que fôssemos protagonizar o "samba do 'crioulo doido'", mas no sentido da originalidade da história de cada um de nós.

No entanto, vivemos de maneira gregária e nossas vidas, tirando algumas particularidades, são muito parecidas.

Não damos vazão à nossa criatividade. Temos medo de ser diferentes da "massa".

Por que você não experimenta pedir para ABAIXAR O LIMITE DE SEU CARTÃO DE CRÉDITO? Você evita ter um grande prejuízo se for assaltado, ou vítima de sequestro relâmpago, e ainda põe um freio ao seu consumismo. Eu fiz isso.

Experimente também deixar os cartões em casa, o talão de cheques. Vá se libertando devagar. Você vai descobrir que pode viver sem isso. Mesmo que se lembre que tem de comprar algo no caminho, paciência, fica para outro dia. No outro dia você pode descobrir que aquilo não era tão importante, mas, mais um supérfluo. Há algumas décadas isso não existia o dinheiro de plástico e todos viviam muito bem. Que tal dar umas férias para o celular também?

A moda nos escraviza e tendemos a nos vestir quase todos do mesmo jeito, para sermos aceitos pelo resto do "rebanho", pela tribo!

Aqueles que podem, comem sempre nos mesmos lugares, os lugares "chics", "in", "da hora", mesmo que a comida seja horrível. Tem algo pior do que os sanduíches do Mac Donalds? Arghhh!

O lazer "consumível", também é quase sempre igual. Viajar para os mesmos lugares da moda, as praias, os hotéis, etc...

Os que ousam ser diferentes são os excêntricos, os estranhos, malucos.

Não desejo ensinar nada à ninguém, nem sou autoridade em nada, mas acho que deveríamos estar mais atentos às nossas reais motivações. Por que? Porque copiarmos os outros não nos garante felicidade alguma. Temos de descobrir nosso caminho. E como diz o poeta, "não há caminho, faz-se caminho ao caminhar."

Segundo Thomas Keating (1), OCSO, todos nós, desde tenra idade, elaboramos nossos "Programas Emocionais para a Felicidade" que atuam na forma dos nossos "centros de energia", que vamos dizer, tentam constantemente assumir o controle de nós mesmos e ao redor desses centros de motivação gravitam nossos pensamentos, sentimentos e comportamento:

Centro de Energia de Poder e Controle - através do qual tentamos "estar por cima". Somos os "donos da verdade", sabemos tudo, não suportamos ser subordinados nem termos nossas idéias, ordens, etc, questionadas. Qualquer um que ouse desafiar-nos ... Ah, e sofremos horrivelmente quando nosso falso ego precisa se submeter a outrem, seja por motivos profissionais, acadêmicos, afetivos, etc..

Centro de Energia de Afeição e Auto-Estima - que mal há em querer ser amado, respeitado, reconhecido? Nenhum, quando isso não diminui o "outro (a)", quando não o escraviza, quando isso não se torna motivo de cada vez mais exigirmos atenção e amor, sem nos preocuparmos com a contra-partida, principalmente em relaçãos ao nosso próximo mais próximo, nossa família, amigos, colegas de trabalho. Mas também ao próximo não tão próximo, o lavador de carros, o "pivete", a faxineira, o zelador do prédio, que são "gente".

Centro de Energia de Segurança e Sobrevivência - Onde nos cercamos de todas as "garantias" possíveis de que nada afetará nosso bem-estar nem nossa sobrevivência na terra. E tome circuitos internos de segurança, spas caríssimos, carros blindados, etc, etc, etc... que comprovadamente não são tão eficientes assim...

Haja vista que até Jesus foi tentado por Satanás, tendo em vista exatamente esses centros motivacionais:

Poder e controle: "Mostrou-lhe todos os reinos do mundo e suas riquezas. E lhe disse: 'Eu te darei tudo isso, se te ajoelhares diante de mim, para me adorar'. E sabemos a resposta de Jesus: "Vai-te Satanás, porque a Escritura diz: 'Adorarás ao Senhor teu Deus e somente a Ele servirás'. "

Afeição e auto-estima: "Se tu é o Filho de Deus, joga-te para baixo! "Porque a Escritura diz: 'Deus ordenará aos seus anjos a teu respeito, e eles te levarão nas mãos, para que não tropeces em nenhuma pedra.'" Jesus respondeu-lhe: "A Escritura também diz: 'Não tentarás o Senhor teu Deus'." (aqui vemos a busca de realizar prodígios, para se tornar grande aos olhos dos outros, ser estimado e bajulado.)

Segurança e Sobrevivência: "Se tu és o Filho de Deus, manda que essa pedras se tornem pães!" Ao que Jesus responde: "Nem só de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus' ." (Jesus estava há 40 dias no deserto, jejuando e rezando, portanto, também faminto do pão material.)

Diante de tudo isso, perguntamo-nos, "o que fazer"?

- Procurarmos viver de maneira mais consciente, mais no Aqui e Agora. Procurar fazer um trabalho de auto-conhecimento. Meditação é algo altamente recomendável. Se você não é cristão, busque a Meditação Zen, Budista, Tibetana. Mas tenha cuidado, não entre na primeira canoa que aparecer. Ela pode estar furada. Existem pessoas sérias e infelizmente, pessoas que só se preocupam em ganhar dinheiro. Ou que propõem uma "lavagem cerebral", onde o estado da pessoa no final é pior ainda do que antes.

Informe-se, pesquise, procure ler, estudar, para fazer uma boa escolha. Se você não é cristão e deseja meditar, recomendo a Zen Budista, mas você é quem deve decidir. Apesar de não acreditar na reencarnação que a doutrina prega, pois creio firmemente na nossa Ressurreição, conquistada por nós por Jesus Cristo, o Unigênito do Pai, ela pode ajudar muito no auto-conhecimento.

Conhecer nossas motivações, não sermos apenas um "burrinho de presépio". Não sermos apenas um número de cartão de crédito para o consumismo e para a globalização.

Sermos pelo contrário, cidadãos, seres humanos, conscientes, esclarecidos, iluminados, Filhos de Deus!

Conhecendo um pouco mais sobre nós mesmos, seremos mais livres para tomarmos nossas decisões, para conduzirmos nossas vidas. Iremos descobrindo que a Felicidade é possível, que o "Reino de Deus está dentro de nós".

(1) - do livro, "Intimidade com Deus" - Thomas Keating, ed. Paulus, 1999.

Isso é apenas um resuminho do seu livro que recomendo a todos os que se interessarem por um aprofundamento no assunto, onde o autor coloca todo o embasamento psicológico para essa interessante teoria.

 

 

***

Você tem o hábito de juntar objetos inúteis no momento, acreditando que um dia (não sabe quando) poderá precisar deles ?
Você tem o hábito de guardar roupas, sapatos, móveis, utensílios domésticos e outros tipos de equipamentos que já não usa há um bom tempo ?
E dentro de você ?
Você tem o hábito de guardar mágoas ressentimentos, raivas e medos ? Não faça isso.
É antiprosperidade.
É preciso criar um espaço, um vazio, para que as coisas novas cheguem em sua vida. É preciso eliminar o que é inútil em você em sua vida para que a prosperidade venha.
É a força desse vazio que absorverá e atrairá tudo o que você almeja.
Enquanto você estiver material ou emocionalmente carregado de coisas velhas e inúteis, não haverá espaço aberto para novas oportunidades. Os bens precisam circular, limpe as gavetas, os guarda-roupas, o quartinho lá dos fundos, a garagem, dê o que você não usa mais, venda, troque, movimente e não acumule.
Dê espaço para o novo. A atitude de guardar um monte de coisas inúteis amarra sua vida. Não são os objetos guardados que emperram sua vida, mas a atitude psicológica de guardar. Quando se guarda, considera-se a possibilidade de falta, da carência, é acreditar que amanhã poderá faltar, e você não terá meios de prover suas necessidades.
Com essa postura, você está enviando duas mensagens para a vida:
Primeira - você não confia no amanhã, e...
Segunda - você acredita que o novo e o melhor não são para você, já que se contenta em guardar coisas velhas e inúteis.
O princípio de não acreditar que o melhor é para você pode manifestar, por exemplo, na conservação de um velho e inútil liquidificador.
Esse princípio, expresso num objeto, denota um comportamento que também pode estar presente em outras áreas de sua vida, gerando entraves ao sucesso e a prosperidade. O simples fato de dar para alguém o velho liquidificador, colocando o objeto em circulação, cria um vácuo para algo melhor ocupe o espaço deixado, psicologicamente também. Você passa a acreditar que o novo compensará o objeto doado. Assim você passa a acreditar em seus valores, em suas potencialidades, e principalmente em você mesmo.
PENSE E REFLITA !

(do Boletim da "Associação do Senhor Jesus" (www.asj.org.br)

 

CASTIDADE - EIS UM DESAFIO PARA O JOVEM DE HOJE!
 

LIBERTE-SE TAMBÉM DA PORNOGRAFIA.

Ela diminui e empobrece o seu semelhante! Nosso corpo é templo de Deus, respeite-o. Não faça "porque todo mundo faz!" Denuncie crimes sexuais contra a criança: 0800-300190. Não se omita. A criança abusada pode ser a sua!

 

O NAVIO DA VERGONHA

"A nau carregada de meninos escravos entre 12 e 19 anos vagueou pela costa africana. Eram 250 escravos ainda crianças, mas de corpo robusto. Vendidos pelos próprios pais pelo preço aviltante de 14 a 28 sestércios, a depender da idade e da força dos braços; comprados a não mais de 100 sestércios por fazendeiros africanos, iriam engrossar as lavouras por um salário que não valeria mais de 30 bilhas de água ao mês: uma bilha por dia."
Poderia ser o começo de um romance sobre a escravidão no século 30 antes de Cristo. Infelizmente não é. Onde se lê nau, leia-se navio; onde se lê bilha, leia-se galão de água; onde se lê sertércios leia-se dólares; transporte-se a cena para Semana Santa, abril de 2001 e terão o quadro triste da escravidão moderna. Escravocratas ainda existem, crianças escravas ainda existem. Há milhares de moças africanas vendidas para a Europa por 50 dólares para trabalhar como prostitutas, crianças vendidas e compradas por menos de 20 dólares no norte da África e, para vergonha nossa, em alguns lugares do Brasil.
Tudo é disfarçado sob formas legais, mas o resultado é o mesmo: prisão nos locais de trabalho, descontos que não dão em nada e moças e rapazes que desaparecem sem deixar vestígio. Tudo isso em pleno século XXI, onde se luta pela sobrevivência das focas e baleias e onde até cãezinhos de estimação ganham festa de aniversário sob o enfoque da mídia.
Seria fácil acusar as autoridades, mas parece-me dever de todos os que possuem computador, e-mail, site, microfone, televisão e folhas de jornal à sua disposição protestarem contra tais atos de barbárie. Ontem um cidadão indignado contra isso nada podia fazer. Hoje podemos. Alguém deve saber o nome dos donos do navio, dos que vendem e dos que compram. Prestaria enorme serviço à humanidade se jogasse isso para o mundo. Que a notícia que desperta curiosidade, também desperte indignação e solidariedade e que se faça alguma coisa para que no desespero os pais não vendam seus filhos, nem haja compradores. Que o mundo se organize como se organiza para salvar as focas e os golfinhos.
A escravidão não acabou. Apenas ficou mais sofisticada. Que o combate a ela também se modernize. A caridade deve ser a de sempre, mas pode e deve ser modernizada. Fale disso no seu site ou no seu e mail.
Pe. Zezinho, scj

 

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